
De 2 fevereiro a 30 de março, a Prefeitura de São José dos Campos vai intensificar a aplicação da vacina contra a febre amarela. A meta é ampliar a cobertura no município e atualizar a caderneta dos integrantes do público-alvo.
Outros objetivos são identificar indivíduos sem registro de vacina ou com dose fracionada, realizar busca ativa nominal e sensibilizar a população sobre a importância da imunização.
Para atingir o sucesso na prevenção da doença e proteção das pessoas, a mobilização terá acompanhamento contínuo das equipes de vigilância epidemiológica e atenção básica.
As ações serão articuladas com as unidades de saúde, com análise periódica dos indicadores e ajustes das estratégias, se necessário.
Doença infeciosa
A febre amarela é causada por um vírus transmitido pela picada de mosquitos infectados. No Brasil, ela ocorre principalmente em áreas rurais e de mata e começa de repente, com sintomas parecidos com os de outras doenças virais: febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores no corpo, náuseas, vômitos e fraqueza.
A maioria das pessoas melhora em poucos dias. Mas em casos graves, o quadro pode piorar, com icterícia (pele e olhos amarelados), sangramentos, risco de complicações e morte. Se você apresentar sintomas e tiver frequentado áreas de risco, procure uma unidade de saúde o mais rápido possível.
A vacinação é recomendada a todas as pessoas entre 9 meses e 59 anos de idade, sendo ainda mais importante para indivíduos que moram, trabalham e praticam atividades em (ou viajam e se deslocam para) regiões rurais, áreas de mata, florestas ou locais com circulação viral comprovada.
Quem deve se vacinar
Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018
Crianças: uma dose é recomendada aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos
Aqueles que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem tomar o reforço
Indivíduos de 5 a 59 anos que ainda não foram vacinados: devem receber dose única
Pessoas com 60 anos ou mais que moram em (ou vão para) áreas com circulação do vírus: atualizar a situação vacinal, se não houver contraindicação
Moradores de áreas de risco e pessoas que vão para esses lugares: regiões rurais, florestais ou com circulação viral comprovada

