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Pinda inicia programa “E Agora José?” para conscientização de homens

(Foto: Divulgação/PMP)

As reuniões do programa “E Agora José?” começaram em Pindamonhangaba na quinta-feira (9). A ação tem o objetivo de promover atividades pedagógicas e educativas de conscientização dos homens, visando o combate à violência doméstica.

Em seu dia inicial, o programa teve a participação de cerca de 20 homens. O próximo encontro acontece na quinta-feira (16). O local de cada encontro é divulgado apenas aos participantes, para preservar a identidade de cada um.

O “E Agora José?” é uma resposta do poder público à necessidade de lidar com a violência doméstica de uma maneira mais abrangente e eficaz. Através de um processo socioeducativo cuidadosamente projetado, juntamente com atividades reflexivas e uma pedagogia centrada na responsabilização, o programa visa não só lidar com os casos de violência, mas também prevenir sua recorrência.

A intenção é criar atividades pedagógicas e educativas, enquanto acompanha as penas e as decisões judiciais relacionadas aos homens autores de violência doméstica, conforme previsto na Lei Maria da Penha e na Lei de Execução Penal. Cada participante é convocado a frequentar 20 oficinas em grupo, com encontros semanais que duram duas horas.

“Novos participantes podem ser incluídos, começando seu ciclo de 20 encontros a qualquer momento, o que permite uma abordagem personalizada e adaptada às necessidades individuais.

Esta abordagem centrada no participante visa maximizar o impacto positivo do programa, oferecendo uma oportunidade genuína de aprendizado e mudança”, explicou a diretora da Mulher, Luciana Simonetti.

O secretário da Mulher, Família e Direitos humanos, João Carlos Salgado, destacou a importância do projeto para a cidade.

“A característica mais notável e admirável desse programa é sua abordagem centrada no ser humano. Em vez de ver os participantes apenas como infratores a serem punidos, ele os enxerga como pessoas com histórias, experiências e desafios individuais.

Ao oferecer um espaço seguro para reflexão e aprendizado, o programa reconhece a humanidade de cada participante e sua capacidade de crescer e mudar”, finalizou.

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