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Polícia Civil prende mãe e filha por golpe do bilhete de loteria premiado

As mulheres induziram uma idosa a cair no golpe prometendo cheque falso de R$ 7,6 milhões

(Foto: Divulgação/Polícia Civil/SSP)

Policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins prenderam, durante a manhã de quarta-feira (21), duas mulheres, de 28 e 49 anos, mãe e filha, por estelionato.

A prisão aconteceu na rua Rio Branco, centro de Lins, interior de São Paulo. A dupla induziu uma idosa a pagar cerca de R$ 21 mil para receber um cheque falso no valor de R$ 7,6 milhões.

Os agentes receberam informações que um veículo Fiat/Mob estaria sendo usado para prática do crime de estelionato na região. O carro foi localizado e passou a ser observado pelos policiais. Após 20 minutos, duas mulheres entraram no carro, uma delas, a vítima, uma idosa de 68 anos, e a indiciada mais nova.

Com a investigada, foram encontrados R$ 6 mil. Já no interior do veículo, foram apreendidos um cheque no valor de R$ 7,6 milhões; R$ 20 mil em notas falsas; 40 mil dólares falsos; 100 dólares verdadeiros; diversos documentos pessoais, como identidade de detetive particular, certificado de reservista e identidade. Também foram recolhidos dez cartões bancários e de crédito, extratos de contas, cartões de anotações de loterias e dois celulares.

A vítima contou à polícia que foi abordada pela dupla investigada e que lhe convenceram a fazer empréstimos no valor de R$ 15 mil e saques de R$ 6 mil para trocar por um cheque no valor de mais de R$ 7,6 milhões.

Com apoio da Guarda Civil, os policiais encontraram imagens do circuito de segurança do município onde mostravam dois veículos circulando juntos. O Fiat/Mob que foi apreendido com as notas falsas e o outro, um Chevrolet/Agile, que estava com a segunda suspeita que tentava fugir para o município de Guaiçara.

O valor de R$ 6 mil foi devolvido à vítima, que apresentou comprovante de saque. No entanto, o valor de R$ 15 mil foi enviado para uma outra conta.

O caso foi registrado como estelionato na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Lins e segue em investigação para encontrar possíveis outros envolvidos no esquema.
Karina Moreira

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