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Pinda entrega prêmio Luiz Gama a defensores da comunidade negra e dos Direitos Humanos

A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio da Secretaria da Mulher, Família e Direitos Humanos, vai promover o ato “As referências de Dr. Luiz Gama e João do Pulo no Contexto da Luta dos Negros”, dia 12 (sexta-feira), às 10 horas, no Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina.

Durante o evento, que marcará o lançamento da programação da Campanha #RacismoNão, haverá a entrega do Troféu Dr. Luiz Gama a personalidades de Pindamonhangaba que atuaram ou desenvolvem projetos e trabalhos voltados para a defesa e promoção dos direitos da população negra.

A iniciativa de Pindamonhangaba vai ao encontro do decreto do Governo Federal publicado em abril que enaltece um homem negro como referência, o escritor e abolicionista Luiz Gama.

O secretário da Mulher, Família e Direitos Humanos, João Carlos Salgado disse que “a premiação ainda serve de norte para que as pessoas superem a invisibilidade e alcance o conhecimento de iniciativas que promovam a justiça social. Se trata do reconhecimento não só do Poder Executivo, mas de toda a sociedade da necessidade de premiar pessoas que criam programas e defendem a pessoa negra, bem como lutar por igualdade e por direitos humanos”.

Ainda no evento, a Secretaria da Cultura e Turismo de Pindamonhangaba vai inaugurar a exposição física do 5° SOH-Salão Online de Humor com caricaturas de João do Pulo, idealizado por Francisco Machado.

Outra ação marcada para o dia é o lançamento do Livreto: Heróis da Liberdade: Personagens e movimentos na luta contra a escravidão.

“O livreto foi escrito por várias pessoas, com envolvimento da Secretaria da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra e a Comissão da Verdade, Memória e Justiça da Escravidão em Pindamonhangaba. O livreto traz as lutas de personalidades negras que batalharam pela libertação dos escravos, deixando evidente que não foi apenas um ato da Princesa Isabel em um único dia, mas sim um processo de luta do povo negro”, explicou João Carlos Salgado.

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