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PANCs: bate-papo em São José estimula resgate das plantas para a qualidade de vida

As Plantas Alimentícias Não Convencionais representam um grupo de hortaliças rústicas que se desenvolvem bem em pequenos espaços, sem necessidade do uso de agrotóxicos.

Os participantes do encontro visitam a Horta Modelo e recebem muda da Panc. (Foto: Claudio Vieira/PMSJC)

A Prefeitura de São José dos Campos promove nesta sexta-feira (5), a partir das 9h, mais uma roda de conversa sobre Pancs (Plantas Alimentícias não Convencionais).

O encontro, terceiro neste ano, é aberto ao público e acontece mensalmente no auditório da Casa do Café, que fica no Parque da Cidade (avenida Olivo Gomes, 100, em Santana, na região norte).

Parceria
Esta atividade é desenvolvida em parceria entre as secretarias de Saúde e de Urbanismo e Sustentabilidade. O objetivo principal é o de promover a alimentação saudável de forma orgânica e sustentável, tendo como foco a discussão sobre os benefícios do resgate ao cultivo e consumo das Plantas Alimentícias não Convencionais.

Encontros
Cada encontro aborda plantas diferentes, apresentando seu valor nutricional, modo de consumo e cultivo, além de degustação. Os participantes do evento ainda visitam a horta modelo e recebem muda da Panc discutida no mês, o que amplia o acesso ao consumo destas plantas.

Neste mês o aprendizado será sobre a Trapoeraba (Commelina difusa e Commelina banghalensis). A trapoeraba apresenta folhas, flores e talos comestíveis. As flores, de coloração azulada, fornecem antocianinas, pigmentos que conferem proteção cardiovascular e previnem câncer. As folhas da trapoeraba fornecem fibras, proteínas, cálcio e magnésio, além de uma diversidade de compostos bioativos que conferem proteção antioxidante e antiinflamátoria e previnem câncer e doenças cardiovasculares.

Panc
As Plantas Alimentícias Não Convencionais representam um grupo de hortaliças rústicas que se desenvolvem bem em pequenos espaços, sem necessidade do uso de agrotóxicos.

Seu consumo habitual era dentro das organizações familiares, mas acabou se perdendo com a modernização da indústria e agricultura.

Deste modo, o resgate ao consumo dessas hortaliças valoriza a cultura e conhecimento regionais, permite o acesso a alimentos orgânicos de baixo custo e alto valor nutricional e promove uma alimentação saudável.

Para mais informações acesse: livro de receitas volume I, livro de receitas volume II e Dia Mundial da Alimentação.

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