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Pinda participa de laboratório de discussão sobre segurança alimentar

(Foto: Divulgação/PMP)

Uma equipe de Pindamonhangaba esteve em São Paulo, no início de fevereiro, para representar o município na 2º Luppa Lab, no Hub Green Sampa, reunindo mais de 30 cidades do país engajadas em discutir e construir coletivamente políticas públicas voltadas ao tema da segurança alimentar.

O LAB é uma das atividades do LUPPA, o Laboratório de Políticas Públicas e Alimentares, onde representantes de diversos municípios do Brasil se unem para trabalhar na construção de uma agenda integrada de Segurança Alimentar e Nutricional e clima em suas cidades.

O LUPPA é um projeto do Instituto Comida do Amanhã, em correalização com o ICLEI América do Sul com o apoio pleno do Instituto Ibirapitanga e do Instituto Clima e Sociedade, apoio especial da Delegação da União Europeia no Brasil, Embrapa e do WWF Brasil e apoio institucional da ACT Promoção da Saúde, Alimentação Consciente Brasil, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO Brasil e Humane Society International e parceria metodológica da Reos Partners.

O evento contou com a mentoria de cidades de vários estados das organizações, como Universidade de São Paulo, Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar da Universidade Federal do Amazonas, Grupo de Estudos, Pesquisas e Práticas em Ambiente Alimentar e Saúde da Universidade Federal de Minas Gerais, Grupo de Estudos em Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, do Instituto Kairós Ética e Atuação Responsável e do Instituto Regenera.

A secretária de Meio Ambiente de Pindamonhangaba, Maria Eduarda San Martin, disse que foi muito importante para o município a participação no laboratório Lupa. “Ficamos muito honrados em termos sido selecionados entre 10 cidades brasileiras para esse segundo ciclo, que é o pontapé para retomar as questões de segurança alimentar”.

Vale lembrar que o LUPPA LAB é parte de um programa de um ano de duração, que integra um repertório estendido de ferramentas para que as cidades sejam cada vez mais capazes de desenvolver suas estratégias alimentares.

O momento imersivo do LAB foi metodologicamente planejado e contou com uma jornada sobre pensamento sistêmico, colaboração estendida, intersetorialidade, e o desenvolvimento de planos de ação que apontam rotas para a construção de estratégias de SAN, tendo como apoio a experiência da Reos Partners.

Maria Eduarda explicou que Pindamonhangaba pretende “instituir de fato o Conselho, fazer mais reuniões, com grupos técnicos dentro da Prefeit

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