Força-tarefa dobra fiscalizações e agrada população em São José

A equipe da Prefeitura na força-tarefa para correção de irregularidades nas redes coletoras de São José. (Foto: PMSJC)

“Alívio”. Este é o sentimento que Pedrina Rebouça Palma, que mora há 53 anos na Vila Ema, na região central de São José dos Campos, afirma ter sentido quando teve início no bairro a força-tarefa entre a Prefeitura e a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

Por ser um local muito antigo, havia problema de irregularidades nas construções dos imóveis com as redes coletoras.

“O crescimento do bairro acabou evidenciando o problema de mau cheiro e foi descoberto em vários imóveis o esgoto ligado na rede de águas pluviais”, disse Pedrina.

Para ela, a força-tarefa vem sendo “maravilhosa” porque está possibilitando sanar este problema.

“Eu só tenho que agradecer pois, além de regularizar a situação dos imóveis, está garantindo que os coletores de esgoto e água sejam separados, evitando o mau cheiro e possibilitando mais saúde à população”, afirmou.

Em 2022, a força-tarefa realizada Prefeitura e a Sabesp vistoriou 2.735 imóveis, mais que o dobro do ano anterior. Com o trabalho, foram verificadas irregularidades na rede coletora de esgoto em várias regiões da cidade. Todos os problemas foram sanados.

Trabalho constante

A força-tarefa é contínua e visa identificar os imóveis em situação irregular e orientar os responsáveis para que a situação seja solucionada. O objetivo é melhorar as condições sanitárias e ambientais, resolvendo os casos em que não existe a separação da rede de esgoto com as galerias de águas pluviais.

As coletas para a rede de esgoto e para a galeria de águas pluviais precisam ser separadas por uma questão de saúde pública, já que a de esgoto é enviada para tratamento e a de águas pluviais segue para os córregos e rios.

Outra questão envolve vazão/ambiental, já que em época de chuva as redes coletoras podem receber uma carga de água além da sua capacidade e, com isso, gerar vazamento nas ruas e em casas.

Por lei, é proibido lançar esgotos nos ramais de água pluvial e vice-versa. A rede de esgoto recebe resíduos dos vasos sanitários, chuveiros, pias e máquinas de lavar. Já a galeria de saída pluvial recolhe água da chuva e de lavagens que escoam por ralos e calhas.

Caso constate irregularidades, como mau cheiro em bocas de lobo, deve denunciar pelo 156 (telefone, site e aplicativo) ou pelo aplicativo Prefbook.

Botão Voltar ao topo