Sindicato Rural dá início a cursos e programas gratuitos em Pinda

Os cursos acontecem em diversas áreas e para janeiro serão realizados os cursos de Equideocultura (casqueamento e ferrageamento), Artesanato em argila, Bovinocultura (casqueamento), e a Sensibilização para o Programa de Apicultura. (Foto: Divulgação)

O Sindicato Rural de Pindamonhangaba já abriu inscrições para os cursos e programas gratuitos para o ano de 2023. Os cursos acontecem em diversas áreas e para janeiro serão realizados os cursos de Equideocultura (casqueamento e ferrageamento), Artesanato em argila, Bovinocultura (casqueamento), e a Sensibilização para o Programa de Apicultura. Informações podem ser obtidas pelo whatsaap (12) 98308-0015.

Em 2022 o Sindicato Rural atendeu cerca de 800 participantes com os programas e cursos gratuitos realizados em parceria com o sistema FAESP/SENAR. Foram realizados 17 programas e 32 cursos pontuais em diversas áreas. Para 2023, estão previstos os seguintes cursos e programas: tratamento de bambu por substituição de seiva, tratamento de madeira por substituição a seiva, turismo pedagógico no meio rural, uso de condimentos na culinária caseira, vendas online: primeiros passos para o produtor rural, agrotóxicos (aplicação com pulverização manual), aquaponia, artesanato em bambu, avicultura básica, avicultura de postura, cogumelo, operação e manutenção de motosserra, operação e manutenção de roçadora lateral, produção de cachaça, qualidade do leite, olericultura orgânica, morango orgânico, requisitos legais para o processamento do leite, processamento de queijos, entre outros. (veja lista completa no site www.sindicatoruraldepinda.com.br).

Os cursos têm a missão de realizar a educação profissional, a assistência técnica e atividades de promoção social, contribuindo para o crescimento da produção sustentável, da competitividade e de avanços sociais no campo. Dessa forma, proporciona melhoria de emprego e renda para os produtores rurais.

Os cursos promovem a geração de renda e profissionalização para o produtor rural. Iolanda de Fátima Silva Oliveira é um bom exemplo. Ela fez diversos cursos do SENAR, com destaque para o curso de olericultura orgânica e, hoje, tem sua horta no bairro do Araretama, em Pindamonhangaba. Além de consumir o que planta, ela também comercializa e ainda faz doação para o Serviço de Obras Sociais – S.O.S e para o Lar de Velhos São Vicente de Paulo.

“Eu comecei com bordado, fiz outros cursos e foi então que senti a necessidade de me alimentar com produtos livre de agrotóxicos. Com os cursos aprendi fórmulas funcionais e o valor dos micro-organismos para uma produção saudável”, comenta Iolanda.

Na horta ela planta almeirão, jiló, alfaces, coentro, beterraba, berinjela, couve, repolho, rúcula, maracujá, feijão mangalô e tomate. Além desses produtos, tem um canteiro de plantas medicinais.

Para Gisleyne Alvarenga, coordenadora do SENAR, verificar o crescimento dos participantes e a mudança que os cursos proporcionam na vida deles é muito gratificante. “O trabalho conjunto entre o SENAR e o Sindicato Rural de Pindamonhangaba tem gerado muitos resultados positivos ao longo dos anos, mesmo com a pandemia, conseguimos atingir um excelente número de participantes e para 2023 já enviamos a planilha de cursos e estamos aguardando o retorno do SENAR”, salientou.

Renata Martins, “Martins”, como gosta de se apresentar, também tem um caso de sucesso com o SENAR/Sindicato Rural, desde 2021. Sua primeira experiência foi no curso de meliponicultura ministrado pelo Instrutor Celso Ribeiro. Alguns meses depois já no ano de 2022, iniciou o curso de manutenção e operação de trator agrícola e operação de retroescavadeira ministrados pelo instrutor Francisco Carlos de Arruda, logo depois, fez o curso de manutenção e operação de roçadora lateral ministrado pelo Instrutor Paulo Roberto Moraes Miguel. Além desses, também participou do curso de turismo pedagógico, curso de poda, entre outros.

Mas, foi no mundo das máquinas agrícolas que Renata se especializou, dedicando-se especificamente na qualificação em máquinas e equipamentos. Mudou-se para Dourados, em Mato Grosso do Sul e lá deu continuidade ao treinamento. Fazendo o curso de operação de colheitadeira de soja e depois o curso de análise e classificação de grãos (milho e soja), em Rio Verde. Em Bela Vista, divisa com o Paraguai, Renata concluiu mais dois do SENAR: curso de regulagem e operação de semeadora/plantadeira e o curso de operação de colheitadeira de milho.

“A intenção de estar em contato profissional com o universo das máquinas agrícolas move a minha energia diariamente. E, sem dúvida, a instituição SENAR transformou a minha vida ao proporcionar qualificação profissional gratuita e de excelência. Além de me apresentar um leque de novas possibilidades de carreira”, comemora Renata. Ela explica, ainda, que a relação dos instrutores SENAR com o aluno rural e suas interações despertaram nela admiração. “ Esse relacionamento me fez compreender a grandeza da missão SENAR e dos Sindicatos Rurais e o grande impacto positivo na vida das pessoas do campo. Sem dúvida alguma, eu indico e continuarei indicando os cursos SENAR”, salienta.

No momento, Renata está em busca da uma oportunidade para trabalhar com máquinas agrícolas, pois experiência não falta. “O SENAR transformou a minha vida e terei contínua gratidão a todos coordenadores e instrutores que participaram e me deram apoio no decorrer de todo aprendizado, pois sempre fui bem acolhida por todos da equipe SENAR e do Sindicato Rural. Eu sou uma mulher e atuar com a operação de máquinas agrícolas é desafiador, mas, nada nem ninguém é capaz de me parar”, conclui.

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