TV Aparecida estreia nova edição de filmes do Festival Mazzaropi

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(Imagem: Divulgação/TV Aparecida)

A partir do próximo domingo, dia 6, a TV Aparecida exibe a sua terceira edição do Festival Mazzaropi. Trata-se de uma coletânea de filmes, inéditos na emissora, protagonizados pelo humorista.

O objetivo da atração – que nas transmissões anteriores renderam ótimos índices de audiência à emissora – é valorizar a cultura nacional através de um dos maiores ícones do cinema brasileiro.

Com exibições aos domingos, 12h30, e reapresentações às quartas-feiras, 20h, O Festival estreia com o filme O Noivo da Girafa (06/01). Na sequência vão ao ar O Fuzileiro do Amor (13/01) e Chico Fumaça (20/01). Já no dia 27 de janeiro, a TV Aparecida exibe Tapete Vermelho, filme produzido em 2006 para homenagear Mazzaropi, protagonizado por Matheus Nachtergaele.

Mazzropi fez muito sucesso com seus filmes entre as décadas de 50 e 70. Em 1951, o artista fez seu primeiro filme noS estúdios Vera Cruz e em 1958 comprou uma Fazenda em Taubaté , onde montou a Produções Amácio Mazzaropi (seu nome de bastimo), e passou a produzir os próprios filmes. Foi aí que Mazzaropi encarnou o personagem criado por Monteiro Lobato, Jeca Tatu. O caipira de calças pula-brejo, paletó apertado, camisa xadrez e botinas encantou o Brasil e fez grande sucesso nos anos de 1960 e 1970. Ao todo, Mazzaropi fez 32 longas-metragens.

FESTIVAL MAZZAROPI

Data de estreia: 06/01/19

Exibição Domingo, às 12h30 e reprise na quarta-feira, às 20h

Sinopse: Sucesso de audiência, o Jeca mais amado do Brasil está de volta, com filmes inéditos na TV Aparecida.

06/01 – O NOIVO DA GIRAFA (Inédito) – Livre

13/01– O FUZILEIRO DO AMOR (Inédito) – Livre

20/01 – CHICO FUMAÇA (Inédito) – Livre

27/01 – TAPETE VERMELHO – 10 anos

O NOIVO DA GIRAFA
Inédito: 06/01/2019

Gênero: Comédia

Ano: 1957

Elenco: Glauce Rocha, Amácio Mazzaropi, Nieta Junqueira

Sinopse: Aparício Boamorte é um empregado de um zoológico no Rio de Janeiro, onde é muito gozado pelos seus colegas de trabalho e chefe. Por isso, ele se apega a uma girafa, recebendo o apelido de “noivo da girafa”. Um dia, a filha do dono da pensão onde Aparício mora fica doente e ele é acusado de ter passado a doença dos animais para a menina e, é obrigado a ir ao médico. Sem dinheiro, ele consulta um veterinário do zoológico que confunde seus exames com um animal doente e lhe dá quinze dias de vida.