Alunos da rede estadual escrevem livro sobre suas experiências em projeto

Por: Share:

Após 3 anos foram reunidos relatos que reafirmam o quanto foi transformador o projeto que originou o livro “Sonhos Sem Fronteiras”

Alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Ismael Iglesias lançam nesta quinta-feira (08), às 19h, o livro criado por eles e pelos professores intitulado “Sonhos Sem Fronteiras” com relatos da experiência com o projeto ‘Uma escola fora da escola’. O lançamento ocorrerá no Clube Ilha Morena com direito a autógrafos dos alunos escritores.

Este livro foi criado após a realização do projeto ‘Uma escola fora da escola’, que está em seu terceiro ano, no qual os alunos tiveram a oportunidade te ter diferentes aulas fora do espaço escolar, chegando a ir a outros Estados como Minas Gerais, Goiás e Brasília. Em cada localidade os alunos tinham uma aula diferenciada que ia de contextos sociais a geográficas.

Para participar do projeto foi definido alguns critérios como por exemplo ser um aluno dedicado, atuante, compromissado e com bom histórico disciplinar. Aos poucos o clima da escola foi se transformando, pois todos queriam ter a oportunidade dessa vivência fora da escola.

O principal objetivo do projeto era mostrar para os alunos que é possível almejar sair de seus meios de convívio e chegar onde nunca antes imaginado.

Os primeiros alunos que participaram do projeto e já se formaram no ensino médio ressaltaram que o projeto foi tão transformador que eles desejavam seguir a carreira de professor para dar continuidade na ação e assim também transformar a vida de outros jovens.

Com os alunos do Ensino Fundamental II o projeto também foi realizado, mas numa escala mais regional, na própria cidade de Caraguatatuba, analisando pontos nunca antes observados por eles.

Depois do lançamento do livro que contém 189 páginas, a proposta é ter este material disponibilizado em escolas locais e também na biblioteca Municipal. “Essa é uma proposta que ainda está sendo discutida, mas será um privilégio ter o nosso trabalho sendo reconhecido por mais pessoas” afirmou o professor de geografia Leandro Mariz.